Metro 2033: Ficção com toques de realidade
Novembro 3, 2010 Nenhum comentário![]()
Metro 2033 é inspirado em obra literária de mesmo nome, do escritor e jornalista russo Dmitry Glukhovsky.
Daqui a duas décadas, a humanidade viverá em um ambiente pós-guerra nuclear, sendo os subterrâneos do metrô da cidade de Moscou, Rússia, o principal cenário. A história é carregada de ficção científica e fortes críticas à atual política russa.
O jogador assume o papel de Artyom e terá que partir de sua colônia, a primeira a ser invadida, para avisar os demais sobre essa ameaça iminente, lutando contra uma sociedade dividida e desesperada.
Huw Beynon, o produtor, fez escolhas radicais durante o desenvolvimento. Não há visores, números e montes de explicações na tela. “É para ser real. A gente não sai caminhando pelas ruas e recebendo informações como se fosse um robô, via telas e arquivos”, justifica.
Outra decisão radical: o jogo não tem modo multijogador, só campanha-solo. “O livro não tem multijogador”, brinca. Metro 2033 “não é somente um jogo de tiro e por isso não pode trazer somente tiroteio”, papeia o produtor. “Metro 2033 é real, ou parece ser. É um mundo inteiro em que você pode se mover e viver livremente. Você pode sentir a atmosfera, o clima e o espírito, e os personagens conversam uns com os outros, não apenas com o jogador. E você notará que é melhor saber disso, que é preciso conversar e circular por aí. Se você optar por sair correndo e atirando, você vai perder muita coisa”, conclui.
O jogo é desenvolvido com o inédito motor gráfico 4A Engine, da própria produtora 4A Games.
De acordo com o órgão responsável pela classificação etária de jogos nos Estados Unidos, Metro 2033 é recomendado para maiores de 18 anos.
Lançamento 16/3
