Manu Gavassi vem despontando como novo ídolo adolescente
Outubro 11, 2010 6 comentários
Há bem pouco tempo, a paulistana Manu Gavassi, de 17 anos, levava suas aulas de violão e canto apenas como um hobby. Mas isso mudou de modo muito rápido quando um vídeo em que ela aparecia cantando e tocando foi postado no site da revista “Capricho”. Em dois meses, sua performance havia sido exibida mais de 300 mil vezes, e um novo ídolo teen começava a surgir.
Como uma avalanche, as aparições de Manu na internet foram se multiplicando via YouTube. Em pouco tempo, ela contabilizava mais de 30 fãs clubes.
Toda essa movimentação chamou a atenção do concorrido produtor Rick Bonadio, que fez uma parceria com a “Capricho” para a gravação do primeiro disco de Manu. Das 13 faixas, 12 são dela própria. Em outra, ela interpreta uma canção que recebeu especialmente de Lucas Silveira, da Fresno. Em duas músicas, contou com Daniel Weksler, do NX Zero, na bateria. Além disso, o produtor americano Eric Silver participa com banjos e violinos.
Fenômeno em potencial destes tempos de internet, Manu agora se prepara para ganhar outras mídias e alcançar um público bem maior. Sobre essa impressionante transformação em sua vida, ela conversou com o PLUG, e mostrou que, apesar da pouca idade, tem os pés bem fincados no chão.
As coisas aconteceram rápido em sua carreira, não?
Aconteceram muito rápido. Sempre gostei de música e tive muito incentivo, principalmente do meu pai, que tocava violão e me ensinou as primeiras notas. Com 15 anos, comecei a ter aula de canto e violão. E no ano passado entrei pra Galera Capricho, um grupo de meninas do Brasil inteiro que ajuda na revista. Não tem nada a ver com música, mas na minha inscrição coloquei que fazia aula de canto. Então uma das repórteres pediu pra eu mandar um vídeo cantando e tocando violão, mais por curiosidade dela mesmo. Mas ela gostou e colocou no site da revista. O vídeo foi superacessado e ganhou um monte de comentários positivos. Fui fazendo mais vídeos, no começo covers e depois composições minhas. Assim que tudo começou.
Até então você não tinha tido nenhum tipo de trabalho com música?
Não, só tinha me apresentado em festivais pequenos da escola. Nada profissional. Até gravar o CD, nunca tinha entrado num estúdio.
Nem aquela experiência de tocar numa banda?
Nem isso. Foi superdiferente, porque geralmente quem toca numa banda já se apresentou num monte de lugares, tem experiência. Eu gravei o CD sem nunca ter subido num palco.
É comum te compararem com a Mallu Magalhães, que apareceu muito cedo e também pela internet?
Sim, nesse sentido, de ser novinha e ter começado na internet. Mas os estilos de música são bem diferentes.
Você já identifica qual é o seu público principal?
Acho que são meninas pré-adolescentes e adolescentes, dos 12 aos 17 anos. Pelo menos é com elas que tenho contato pela internet.
Isso influencia quando você vai compor?
Não componho pensando nesse público. Sou adolescente, então elas se identificam com o que escrevo. É o que eu vivo, e muitas vezes o que elas vivem ou vão viver também. Essa identificação ocorre naturalmente.
Quando caiu a ficha de que seus vídeos estavam bombando e que um produtor famoso queria gravar um disco seu?
Foi muito estranho, porque passou muito rápido de uma brincadeira pra uma coisa séria. Então a ficha está demorando pra cair, parece que ainda não tenho muita noção das coisas. Gravei um CD, que era meu sonho, fui capa da “Capricho”, as coisas estão acontecendo muito rápido.
Como foi ter recebido uma música do Lucas da Fresno e ter contado com uma participação do Daniel do NX Zero no disco?
Eu sou fã, sempre fui aos shows. Foi muito legal, uma honra. Demoraram pra me contar, porque sabiam que eu era fã. Nem acreditei quando soube. Depois tive a oportunidade de conhecer os dois. Imagina: NX Zero e Fresno no meu primeiro CD!
Quem influencia seu trabalho?
Gosto bastante da Taylor Swift, de como ela conta uma história na música. Também gosto de Demi Lovato, Miley Cyrus, Lily Allen.
Há várias cantoras brasileiras se destacando, mas numa linha mais MPB. Você acha que há espaço para o seu estilo de música também crescer?
Acho que sim, era uma coisa que estava faltando. Há várias bandas novinhas que estão surgindo e fazendo um sucesso gigante, tipo Restart, que tem um público de meninas adolescentes. Elas também gostam das cantoras americanas e isso estava faltando no Brasil.
Provavelmente daqui pra frente você vai começar a aparecer também na TV e no rádio e aí ficará mais conhecida. Você está se preparando pra isso?
Já gravei o programa da Elia-na, no SBT, e a MTV. Minhas músicas também estão começando a tocar nas rádios. Estou com uma superexpectativa, mas tento não levar isso com nervosismo, como uma coisa tão séria. O importante nesse meio é fazer o que você gosta e se divertir. Especialmente porque sou nova, e não posso ficar tão encanada com isso.
Seu dia a dia mudou depois da gravação do CD?
Agora está mais corrido, sempre tem bastante coisa pra fazer. Mas continuo na escola, no 3º ano. Nesse sentido, está tranquilo. Pretendo prestar vestibular pra Moda.
Sua nova carreira vai te dar a oportunidade de conhecer muitos lugares. Você já tem shows marcados?
Tem alguns shows marcados, mas a turnê vai ficar pro começo do ano que vem.

VC É MUITOOOOOO LINDAAAAAAAA
amo suas musicas!
se eu tivesse sua idade eu ira namorar com vc vc é melhor que meile cirus celena gomes bjs bjs
eu acho que a manu avassi nao ta depontando ninguem mas senpre tem pesuas que nao gosta de bandas ou pessouas è ate normal como eu odeio restart
eu te amo deixa essas pessoas pra la vc e igual a eu quando eu tiver com 17 anos te adoro bjs
e eu amo suas musicas agoroto errado
eu canto ela todo dia