Corpo Sadio: Nossas vidas não correm risco?
Agosto 14, 2010 Nenhum comentário
Hoje em dia, em que nada passa despercebido em meio aos inúmeros meios e veículos de comunicação, ficamos chocados frequentemente com imagens de impacto, como as mortes em tragédias de chuvas intensas ou mesmo com atentados terroristas, conflitos no Iraque etc.
Contabilizando-se continuamente o número de mortes, o que nos causa revolta. Aí a pergunta: mas estamos em segurança? Nossas vidas não correm risco?
Elas são invisíveis. Não podem ser fotografadas ou filmadas. Não são controladas por nenhum sistema de vigia ou segurança. Não são sequer trans-missíveis ou contagiosas, porém você e quem está a sua volta podem se ver envolvidos por elas. Que matam. E muito. Aliás, deixam as guerras para trás com folga em número de vítimas nesse triste ranking: são as doenças crônicas.
Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), são responsáveis por 59% dos 56,5 milhões de óbitos anuais.
Ou seja, mais da metade das pessoas que morrem no planeta é acometida por males como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, câncer e doenças respiratórias.
Alimentação, álcool e fumo são alguns de seus grandes aliados, mas o principal adversário da sua saúde é o tão conhecido SEDEN-TARISMO, cada vez mais emergente em um cenário de urbanização e industrialização.
Você pode não beber ou não fumar. Mas faz exercícios? Sabe-se que 60% da população mundial não seguem a recomendação mínima de 30 minutos de atividade física diária, mesmo que moderada. Para que se tenha uma breve noção, o risco de desenvolver alguma doença cardiovascular aumenta 50% para quem não segue essa razoável carga. Poderíamos enumerar aqui outros tantos dados assustadores para quem é sedentário e inclusive outros muito estimulantes para quem gosta de exercícios. É impossível que sequer coubesse em uma publicidade só.
Com certeza, você é consciente do que é melhor para seu bem-estar. E ficará ainda mais quando aprender a esclarecer as suas dúvidas. Saberá até mesmo onde comete alguns erros na sua atividade. Entenderá o esporte como uma paixão por si próprio, pela qualidade de vida.
A pouca atividade física eleva custos médicos de forma absurda. Trata-se de um problema social, que exige toda conscientização da população, o que felizmente vem acontecendo.
Faça parte ainda mais desse movimento, estimule um estilo de vida saudável e com exercícios para a sua família, amigos, colega de trabalho e quem mais puder. Seu organismo, e o de todos eles, vão sentir a diferença.
