Mente Sadia: Eu amo
Novembro 12, 2009 Nenhum comentárioA palavra amor traz consigo o significado de quem a expressa. Para alguns, dizer “Eu te amo” significa “Eu te desejo”. Para outros, “Eu gosto de você”. Ainda há aqueles que dizem por dizer, pois em atos não confirmam o que nós, “românticos”, acreditamos ser amor.
Outros amam mesmo; de forma incondicional, sentem brotar dentro de si sentimentos de respeito, carinho, admiração, querer bem, os quais, juntos, podem ser traduzidos em amor.
Há quem tenha um amor vasto, ama a vida, as pedras, os animais, as plantas, as pessoas; não pelo retorno que elas dão, mas pelo que sente ao tocá-las pela alma. Estes, que simplesmente amam, parecem ser os mais felizes, mais completos, pois estão o tempo todo rodeados de objetos de amor.
Aqueles que excluem, classificam e só aí permitem aflorar seus sentimentos, carecem da falta de espontaneidade; desta forma, restringem a disseminação daquilo que tem fonte inesgotável: o amor.
Ao contrário do que descrevemos sendo a expressão do amor, estariam atitudes de desamor, de puro interesse, indiferença, hostilidade, desrespeito às mais diversas formas de expressão da natureza.
Tudo indica que quem pratica o desamor é psicopata ou está em desequilíbrio consigo mesmo.
No dia a dia, podemos identificar atos evolutivos e conse-quentemente coloridos pelo amor. Na outra ponta, podemos observar comportamentos invo-lutivos que denunciam uma “falha” no sistema em que produz a psicopatia, ou a interdição do bem e o afloramento do mal.
Com toda crítica feita a “Michael Jackson – This is it” (nos cinemas), aparece uma pessoa que ama. Ama a música, o seu trabalho e aquilo que faz. Por extensão, ama, e é amado, por aqueles que com ele trabalham. Não sejamos ingênuos, é lógica a possibilidade de momentos de estresse nas gravações, o que foi suprimido do documentário, mas a qualidade das relações pessoais evidencia a paz, a beleza, o respeito, ditos e manifestos durante as gravações.
Este é só um exemplo do que é amor.
